É Liliana, mas pode chamar de Lilica ou Lilis, no plural mesmo, já que faz mil coisas “cada uma no seu tempo”. Essa canceriana pensa seriamente em chamar de casa todo lugar que visita. Já fez feijoada (vegetariana, lógico!) na Suécia, meditou nos Alpes japoneses e cruzou a Islândia de carro, entre outras aventuras. Além de viajar, também gosta de receber e se diverte apresentando as capivaras do Rio Pinheiros aos turistas estrangeiros em São Paulo. Acredita que viajar amplia o olhar e transforma nossa percepção do Todo e diz que a gente nunca volta do mesmo tamanho depois de uma viagem. Seja em jornadas mundo afora ou nas jornadas de autoconhecimento, a outra praia dela.